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segunda-feira, 1 de abril de 2013

PORTEL | Operação da Secretaria Municipal de Meio Ambiente apreende cinco toneladas de palmito em fábrica clandestina


Palmito apreendido em fábrica clandestina. (Foto: Sema/ Portel)

Mais de cinco toneladas de palmito foram apreendidas em uma fábrica clandestina de Portel, região do Marajó paraense, durante operação de fiscalização da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema), na quinta-feira (28/03). 


No local, foram encontradas 380 caixas de palmitos armezenados em potes. De acordo com a Sema, a fábrica ilegal, situada no Rio Jabutinema, afluente do Rio Pacajá, atuava em desacordo com as normas de Vigilância Sanitária e de forma insalubre no manuseio e preparo do palmito em conserva. O local foi interditado pela Sema.

De acordo com a Sema, a falta de cuidados com a produção do palmito pode provocar intoxicações de origem microbiana como o botulismo alimentar, causado pela bactéria Clostridium botulinum, que podem causar paralisia muscular, problemas respiratórios e levar a morte.

(G1 | Pará)


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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

CURRALINHO | Projeto de piscicultura da Emater dá primeiros frutos



Seis famílias da comunidade Boa Esperança, no município de Curralinho, na ilha do Marajó, começaram a contabilizar os primeiros resultados do projeto de piscicultura desenvolvido, há cerca de um ano, pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater). A primeira despesca rendeu peixes com até 1,3 quilo, conforme meta estabelecida pelo projeto, que prevê a produção de seis toneladas de pescado anualmente.
O processo marca a diversificação da produção na comunidade, que desenvolvia tradicionalmente atividades relacionadas ao cultivo do açaí. Cada agroextrativista recebeu cerca de quatro mil alevinos de tambaqui. A espécie foi escolhida pela adaptação ao local e pelo mercado garantido. Vinte mil alevinos povoaram inicialmente os tanques, e desses, dez mil foram doados aos agricultores graças a parceria com a Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura (Sepaq).
Durante o primeiro ano do projeto, outros ganhos foram contabilizados pela comunidade. Pelo menos 70% de gastos foram diminuídos com a compra da ração comercial. Com orientação técnica da Emater, os produtores já fazem ração alternativa para alimentação dos peixes e usam como matéria-prima o açaí e o farelo de trigo.